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    <title>Educação nao escolar de adultos: gênero e mulheres</title>
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    <description>Title: Educação nao escolar de adultos: gênero e mulheres
Authors: SILVA, Carmem Silva Maria da
Abstract: Analisa 15 trabalhos, 11 oriundos de mestrados e 4 de doutorados, que podem nos dar uma amostra de como é produzido o conhecimento sobre educação não escolar a partir deste foco - as mulheres e as relações de gênero. A partir da leitura destes estudos buscaremos identificar, neste texto, que temas e questões se apresentam, quais são as referências teóricas e metodológicas predominantes, e que desafios são colocados para a pesquisa educacional articulada à gênero.&#xD;
Entre os 15 estudos acadêmicos levantados na pesquisa sobre Educação Não Escolar de Adultos, a maior parte é oriunda de universidades públicas, sendo 10 na área de Educação, 03 em Ciências Sociais, 01 em Ciência Política e 01 em Serviço Social, com forte concentração nas regiões Sul e Sudeste do país, especialmente no Rio Grande do Sul, com 06 trabalhos, e no estado de São Paulo, também com 06. Apenas 02 são de outras regiões, tendo sido realizados nas Universidades de Brasília e Pernambuco.
Description: PERIÓDO DA PESQUISA: 2006 a 2009.&#xD;
PESQUISADOR RESPONSÁVEL: Sérgio Haddad.&#xD;
DEMAIS PESQUISADORES: Aline Abbonizio, Taisa de Souza Santos (auxiliar), Francisco Lopes (técnico).&#xD;
FONTE DE FINANCIAMENTO: CNPq.</description>
    <dc:date>2009-05-27T19:26:18Z</dc:date>
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    <title>Emancipação Humana: a importância da educação popular para a emancipação das mulheres de baixa renda</title>
    <link>http://bdae.org.br/jspui/handle/123456789/474</link>
    <description>Title: Emancipação Humana: a importância da educação popular para a emancipação das mulheres de baixa renda
Authors: RODRIGUES, Vera Lucia
Abstract: Este trabalho examina as determinações alienantes e não alienantes, produzidas historicamente pelo processo globalização no contexto da contemporaneidade, seus desafios e oportunidades para implementação de projetos emancipadores. Estabelece a relação entre a contemporaneidade e suas determinações históricas; e a emancipação humana, especificamente entre as mulheres de baixa renda, tomando como instrumento a educação popular. A pesquisa empírica é focada nas mulheres participantes do Projeto de Ação Social Vivendo e Aprendendo, em Curitiba, suas demandas e expectativas, visando fornecer subsídios para a formulação de novas políticas públicas mais comprometidas com a qualidade de vida da população brasileira e em especial das mulheres, através de questões prepositivas como: As mulheres, tanto como os homens de qualquer classe, raça, etnia ou classe social necessitam ter o tratamento digno que lhes confira condições de permitir participar na sociedade como sujeitos de suas histórias, e decisores de seus destinos e dos destinos das sociedades; as mulheres da periferia devem ter garantida sua participação no processo de desenvolvimento social, político e econômico independentemente de sua condição material de existência; a educação deve ser o conduto permanente para elevação da consciência crítica da sociedade e promoção da emancipação humana. Estas proposições são emanadas da investigação, comprometida com a educação de qualidade, que privilegie toda a população brasileira sem discriminação ou exclusão.
Description: Biblioteca UTP</description>
    <dc:date>2003-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>Os fios da esperança? cooperação, gênero e educação nas empresas geridas pelos trabalhadores</title>
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    <description>Title: Os fios da esperança? cooperação, gênero e educação nas empresas geridas pelos trabalhadores
Authors: GALVÃO, Marisa Nunes
Abstract: As mudanças recentes observadas no mundo do trabalho, caracterizadas pela flexibilização, precarização e, sobretudo, pelo desemprego têm estimulado a associação dos trabalhadores em torno da solidariedade buscando diferentes estratégias de sobrevivência, dentre elas, o cooperativismo. O presente estudo enfoca as relações de trabalho numa cooperativa de produção. A análise priorizou a escolarização, a qualificação dos trabalhadores, as relações de gênero e as relações pedagógicas. Ao Indagar em que medida os princípios da cooperação e da autogestão possibilitam relações de trabalho democráticas e solidárias, constatou-se permanências e continuidades na organização do trabalho, bem como a construção de espaços de mudanças, favorecidos pelo aprendizado cotidiano do cooperativismo e da autogestão, mediado, permanentemente, pelo campo político relevante nessas organizações.
Description: Biblioteca CENTRAL UNICAMP</description>
    <dc:date>2004-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>O lugar das mulheres nas políticas de assistência social: um estudo sobre a experiência do Programa de Erradicação do Trabalho Infantil em Pernambuco</title>
    <link>http://bdae.org.br/jspui/handle/123456789/469</link>
    <description>Title: O lugar das mulheres nas políticas de assistência social: um estudo sobre a experiência do Programa de Erradicação do Trabalho Infantil em Pernambuco
Authors: DUQUE-ARRAZOLA, Laura Susana
Abstract: A tese apresentada trata das políticas de assistência social e das desigualdades so-ciais de gênero na contemporaneidade, na perspectiva da divisão social e sexuada hierárquica do trabalho e dos tempos sociais sexuados. Nosso interesse foi conhe-cer a condição do sujeito feminino nos programas de assistência social de renda mí-nima, instigada pelas questões dos tempos sociais femininos enquanto mediação da ampliação da jornada de trabalho das mulheres-mães-donas-de-casa-profissionais e do processo de empoderamento que sua participação nesses programas poderia propiciar. A unidade empírica de estudo foi o Programa de Erradicação do Trabalho Infantil — PETI, implementado em municípios das Zonas da Mata Norte, Mata Sul e Região Metropolitana de Recife, no estado de Pernambuco, com ênfase no município do Cabo de Santo Agostinho. O objetivo do estudo era identificar e analisar a condição das mulheres no PETI e as possibilidades de uma ação emancipatória de gênero em decorrência de sua participação no referido Programa. Partimos do pressuposto de que a reestruturação capitalista e a reforma do Estado, além do caráter de classe, têm, também, um caráter sexuado cuja imbricação determina a reprodução das relações desiguais de gênero, da divisão social e sexuada do trabalho e dos tempos sociais sexuados, segundo os pertencimentos de classe, raça e etnia das mulheres e dos homens nas sociedades concretas. Outro pressuposto referia que a participação coletiva das mulheres no PETI criaria condições para um empoderamento das mesmas, permitindo inflexionar, em nível local, o poder patriarcal do Estado sexista e de classe, mas somente teria dimensões emancipatórias na medida em que mudassem as relações de serviço do trabalho e os tempos sexuados da reprodução da família. A pesquisa desvelou que a participação da família-mulher no PETI, nas condições de extrema pobreza que as caracteriza, não tem proporcionado uma participação empoderada. Em função das responsabilidades sociais das mulheres com a reprodução social do grupo doméstico-familiar, o Estado utiliza a participação das mulheres no Programa mediante o usufruto gratuito dos tempos femininos da reprodução. Enquanto co-responsáveis pelo Programa, a presença dessas mu-lheres não tem representado uma inflexão do Estado, em termos da ideologia patriarcal e do sexismo, nem tampouco manifesta mudanças nas relações de serviços e nos tempos sexuados da reprodução da família. Assim sendo, as tendências dessa participação das mulheres nos Programas de Assistência e Renda Mínima não configuram ações emancipatórias da subordinação de gênero das mulheres.
Description: Biblioteca CCSA</description>
    <dc:date>2004-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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