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  <updated>2026-04-07T04:57:05Z</updated>
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    <title>Balanço da produção de conhecimento sobre educação não escolar de adulto  área temática: educação popular em saúde 1999‐2006: produção discente nas áreas de educação, ciências sociais e serviço social</title>
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      <name>BÓGUS, Cládia Maria</name>
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    <updated>2009-10-21T11:10:25Z</updated>
    <published>2009-05-27T19:49:39Z</published>
    <summary type="text">Title: Balanço da produção de conhecimento sobre educação não escolar de adulto  área temática: educação popular em saúde 1999‐2006: produção discente nas áreas de educação, ciências sociais e serviço social
Authors: BÓGUS, Cládia Maria
Abstract: Este artigo refere-se à análise da produção acadêmica discente catalogada nas áreas Educação, Ciências Sociais e Serviço Social e desenvolvida em programas de pós-graduação no campo da Educação Não Escolar de Adultos, na área temática Educação Popular em Saúde, no período compreendido entre 1999 e 2006. O material estudado foi identificado por meio de levantamento realizado no Portal da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES) no primeiro semestre de 2007.&#xD;
O levantamento feito junto ao Portal da CAPES identificou treze dissertações de mestrado  nas áreas de Educação e de Serviço Social, mas apenas sete foram recuperadas na sua totalidade por meio do Programa de Comutação Bibliográfica (COMUT), permitindo leitura e análise mais detalhadas, de acordo com roteiro padrão estabelecido para todas as áreas temáticas da pesquisa , considerando sua adequação para cada área temática e cada trabalho incluído no estudo.
Description: PERIÓDO DA PESQUISA 2006 a 2009.&#xD;
PESQUISADOR RESPONSÁVEL: Sérgio Haddad.&#xD;
DEMAIS PESQUISADORES:  Aline Abbonizio, Taisa de Souza Santos (auxiliar), Francisco Lopes (técnico).&#xD;
Fonte de Financiamento: CNPq.</summary>
    <dc:date>2009-05-27T19:49:39Z</dc:date>
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    <title>Educação, cultura popular e saúde: experiências de mulheres trabalhadoras rurais</title>
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      <name>DARON, Vanderléia Laodete Pulga</name>
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    <updated>2009-10-20T14:40:18Z</updated>
    <published>2003-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Title: Educação, cultura popular e saúde: experiências de mulheres trabalhadoras rurais
Authors: DARON, Vanderléia Laodete Pulga
Abstract: Este estudo consiste na análise das bases, objetivos, formas, tensionamentos e resultados da luta por saúde no Movimento de Mulheres Trabalhadoras Rurais do Rio Grande do Sul. Para isso, toma-se como objeto a práxis do MMTR/RS, especialmente na região Litorânea, através da análise de observações, registros, documentos, histórias de vida e entrevistas feitas com mulheres que participam da organização. A pesquisa buscou compreender as bases e motivações que dão sustentação à luta por saúde no movimento, bem como os significados, representações, sentidos e tensionamentos existentes no MMTR, articuladas ao contexto da reforma sanitária no Brasil e da dimensão de gênero e classe. Pelo caminho percorrido foi possível perceber que as políticas públicas de saúde no Brasil vêm sendo demarcadas pelo confronto entre as necessidades do povo e os interesses do capital, com as duras conseqüências para as classes populares, dentre elas, as doenças oriundas da sobrecarga de trabalho, desvalorização, discriminação, opressão, exploração e violência. O MMTR/RS surge como espaço de luta e valorização das mulheres camponesas na conquista de direitos e a saúde emerge como uma das lutas centrais do movimento. Nele as mulheres ressignificam a vida e fazem experiências de libertação enquanto sentido profundo de sua práxis portadora de uma dinâmica educativa e uma mística libertadora. Dessa forma, constroem novos significados à integralidade da saúde, fortalecem o sentimento de pertença das mulheres para com o movimento, ao mesmo tempo em que fazem o enfrentamento ao projeto neoliberal e à cultura machista. As experiências de organização e luta do movimento ajudam a repensar o modo de cuidar a vida e a saúde, bem como as políticas públicas de educação da saúde, tanto para o meio acadêmico quanto para o campo popular.
Description: Depositária: Biblioteca Central</summary>
    <dc:date>2003-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>As práticas educativas dos agentes comunitários no programa saúde da família de Presidente Prudente</title>
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      <name>CHAVES, Sonia Maria Moretti</name>
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    <updated>2009-10-15T12:21:03Z</updated>
    <published>2005-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Title: As práticas educativas dos agentes comunitários no programa saúde da família de Presidente Prudente
Authors: CHAVES, Sonia Maria Moretti
Abstract: A presente pesquisa tem como objetivo analisar as ações educacionais desenvolvidas pelos Agentes Comunitários de Saúde de duas Equipes de Saúde da família de Presidente Prudente. Esse programa é considerado um novo modelo de atenção básica à saúde e tem e tem uma abordagem mais humanizada e com maior poder de penetração no universo familiar, além de promover práticas transformadoras da realidade social. O referencial teórico que dá sustentação a esse estudo é o da educação popular em saúde. Optou-se pelo enfoque qualitativo, por meio de um estudo de caso, utilizando fontes bibliográficas, documentais e vivas. Consta de análise de documentos que versam sobre a implantação do programa no município e de entrevistas semi-estruturadas, cujo material foi agrupado em temas comuns e interpretado à luz do referencial teórico levantado para análise do problema. Aponta, como principais resultados, a informação de que muitos Agentes Comunitários são lançados a sua jornada de trabalho, com treinamentos precários e escasso processo de educação continuada; as ações educativas descritas, que vão desde o acompanhamento individual nas visitas domiciliares a intervenções com grupos de hipertensos, diabéticos, gestantes, ficando o foco das mesmas ainda muito preso aos programas padronizados pelas instâncias superiores do setor de saúde, com um viés prescritivo. Verificou-se que os usuários elogiam a aproximação da equipe à comunidade, reconhecem a importância do trabalho, mas solicitam mais médicos, mais remédios e menos desmontes nas equipes, já que há uma grande parcela de pessoas doentes no Brasil, que clamam por assistência e qualidade no atendimento. Conclui que, quando se reporta a atividades grupais, há uma preocupação com os programas em pauta, faltando integralidade nas ações educativas, já que essas são reduzidas a palestras. São ações insuficientes, quando se quer promover a autonomia e a conscientização da população. No entando observa-se que o Agente Comunitário de Saúde pode promover apoio social ao usuário, favorecer-lhe novos contatos, ajudá-lo no acesso a serviços de saúde. Amplia a Rede Social do paciente com empatia e solidariedade, possibilitando melhores condições de vida e saúde às pessoas, colaborando, consequentemente, na humanização do Programa Saúde da Família.
Description: Depositária: Rede de Bibliotecas da Unoeste</summary>
    <dc:date>2005-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>Um estudo psicossocial sobre as práticas profissionais dos agentes comunitários de saúde, na grande Curitiba: subsídios da educação e da psicologia social comunitária</title>
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      <name>FAÇANHA, Cristiana Rocha</name>
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    <updated>2009-10-15T12:18:40Z</updated>
    <published>2006-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Title: Um estudo psicossocial sobre as práticas profissionais dos agentes comunitários de saúde, na grande Curitiba: subsídios da educação e da psicologia social comunitária
Authors: FAÇANHA, Cristiana Rocha
Abstract: A presente pesquisa tem como objetivo descrever as práticas de trabalho do Agente Comunitário de Saúde (ACS) que atua na Grande Curitiba (PR), caracterizando tais práticas na perspectiva da Educação e da Psicologia Social Comunitária Latino-americana. Realizou-se um trabalho de campo, com a aplicação de 47 questionários semi-estruturados aos Agentes Comunitários de Saúde, numa cidade da Região Metropolitana de Curitiba. Foram identificadas as funções-padrão do ACS as atribuições expressas em portaria ministerial, bem como resgataram-se as legislações que permeiam o Sistema Único de Saúde a fim de que pudessem ser apontadas pelo próprio ACS como presentes em seu trabalho diário. As demais questões envolveram problemas e soluções; e os sentimentos gerados em sua prática profissional. Os resultados indicam que os ACS desenvolvem práticas mais direcionadas para as atribuições de diagnóstico e monitoramento do que para a promoção à saúde e participação popular. Aspectos tais como desvalorização funcional, discriminação por parte da equipe de trabalho e o sentimento de impotência são alguns dos grandes obstáculos cotidianos no exercício de sua função. Porém, a vontade em ajudar o próximo e a perspectiva de aprendizado na área da saúde, são fatores motivadores no seu trabalho. Verifica-se a necessidade de melhor capacitar esse tipo de profissional dentro da perspectiva da Educação Popular e da Psicologia Social Comunitária para que suas atividades alcance melhor o público a ser assistido.
Description: Depositária: Biblioteca Central da Universidade Federal do Paraná</summary>
    <dc:date>2006-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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