Use este identificador para citar ou linkar para este item: http://hdl.handle.net/123456789/431
Título: Educação profissional na década neoliberal: o caso Planfor
Autor(es): BATISTA, Roberto Leme
ALVES, Giovanni Antonio Pinto
Palavras-chave: EDUCAÇÃO E TRABALHO;EDUCAÇÃO PARA O TRABALHO;EDUCAÇÃO DO TRABALHADOR;EDUCAÇÃO PROFISSIONAL;QUALIFICAÇÃO PROFISSIONAL;EMPREGABILIDADE;PLANFOR
Data do documento: 2002
Editor: Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho. Programa de Pós-Graduação em Ciências Sociais
Citação: BATISTA, Roberto Leme. Educação profissional na década neoliberal: o caso Planfor. 2002. 188f. Dissertação (Mestrado em Educação) Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho. Programa de Pós-Graduação em Ciências Sociais. 2002. Marília. Orientador(a): Giovanni Antonio Pinto Alves.
Resumo: Este trabalho tem por objetivo analisar criticamente a Educação Profissional no contexto do neoliberalismo, tomando como parâmetro o Plano Nacional de Qualificação do Trabalhador - PLANFOR. Para tanto, procuramos fazer uma análise do complexo de reestruturação produtiva e das transformações provocadas no âmbito do trabalho, com ênfase na qualificação, que sob a hegemonia do toyotismo assume a dimensão da polivalência e da multifuncionalidade. Neste contexto o capital passa a exigir um trabalhador qualificado, polivalente e multifuncional, fomentando um pressuposto ideológico em que a qualificação é entendida como competências voltadas para a empregabilidade do indivíduo. A noção de competência e a ideologia da empregabilidade constituem-se num revigoramento da teoria do capital humano e se propagam através das ações das agências multilaterais. O governo FHC através do Ministério do Trabalho implementa a partir de 1996 o PLANFOR, visando qualificar e/ou requalificar 20% da PEA ano, com foco na demanda do setor produtivo, elegendo como público alvo os grupos sociais vulneráveis e sob risco social, desempregados e de baixa escolaridade, com o objetivo de possibilitar-lhes a empregabilidade, dissemina-se a ilusão que o desemprego é consequência da baixa escolaridade e desqualificação dos indivíduos. Verifica-se um baixo percentual de egressos encaminhados ao mercado de trabalho após os cursos do PLANFOR, o que comprova que o desemprego tem como causa, entre outras coisas, o equívoco da política econômica - Plano real - que obsta o crescimento econômico, impedindo a geração de empregos e não a desqualificação dos indivíduos desempregados, como supõe o governo.
Descrição: Biblioteca da Faculdade de Filosofia e Ciências - UNESP/Campus Marília
URI: http://www.bdae.org.br/dspace/handle/123456789/431
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